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	<title>Comentários sobre: A materialização do amor</title>
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	<description>eu na cidade, a cidade em mim</description>
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		<title>Por: Cecília</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/06/09/a-materializacao-do-amor/comment-page-1/#comment-340</link>
		<dc:creator>Cecília</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 15:48:11 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Ana Paula. O consumismo desenfreado é um dos responsáveis pelo aumento da infelicidade em massa. &quot;Ter&quot;, &quot;querer&quot; e &quot;comprar&quot; são máximas exploradas por datas comerciais e pela publicidade. Esta questão também é tratada no livro &quot;A Arte da Vida&quot;, do Bauman. Nele, ele discorre sobre o que significa a felicidade hoje e como o conceito de ser feliz está (erroneamente) vinculado aos bens materiais. Acredito que você vai gostar de lê-lo também - http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1266&amp;ORDEM=A.htm
Um beijo.

&lt;em&gt;Oi, Cecília, já li e é mesmo muito bom!&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Ana Paula. O consumismo desenfreado é um dos responsáveis pelo aumento da infelicidade em massa. &#8220;Ter&#8221;, &#8220;querer&#8221; e &#8220;comprar&#8221; são máximas exploradas por datas comerciais e pela publicidade. Esta questão também é tratada no livro &#8220;A Arte da Vida&#8221;, do Bauman. Nele, ele discorre sobre o que significa a felicidade hoje e como o conceito de ser feliz está (erroneamente) vinculado aos bens materiais. Acredito que você vai gostar de lê-lo também &#8211; <a href="http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1266&#038;ORDEM=A.htm" rel="nofollow">http://www.zahar.com.br/catalogo_detalhe.asp?id=1266&#038;ORDEM=A.htm</a><br />
Um beijo.</p>
<p><em>Oi, Cecília, já li e é mesmo muito bom!</em></p>
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		<title>Por: Lili</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/06/09/a-materializacao-do-amor/comment-page-1/#comment-316</link>
		<dc:creator>Lili</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 18:47:02 +0000</pubDate>
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		<description>Isso sim. Tem coisa que encha mais o coraçãozinho de tristeza que ouvir nessaq época um infeliz que na oficina, no ônibus ou na padaria com sair com aquele: &quot;Hoje é dia de levar a &#039;patroa&#039; pra comer fora&quot;??
Pode ser só impressão, mas fica parecendo que jantar fora, só se houver um excelente motivo, hehehe

&lt;em&gt;Aliás, chamar de &quot;patroa&quot; já é um tremendo fora, né? &lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso sim. Tem coisa que encha mais o coraçãozinho de tristeza que ouvir nessaq época um infeliz que na oficina, no ônibus ou na padaria com sair com aquele: &#8220;Hoje é dia de levar a &#8216;patroa&#8217; pra comer fora&#8221;??<br />
Pode ser só impressão, mas fica parecendo que jantar fora, só se houver um excelente motivo, hehehe</p>
<p><em>Aliás, chamar de &#8220;patroa&#8221; já é um tremendo fora, né? </em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Monix</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/06/09/a-materializacao-do-amor/comment-page-1/#comment-315</link>
		<dc:creator>Monix</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 17:32:22 +0000</pubDate>
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		<description>Hoje um amigo aqui do trabalho resumiu, com aquela objetividade bem masculina: esse desespero para sair no dia dos namorados, para fazer alguma coisa &quot;especial&quot;, pega mais para aquelas pessoas que não saem nunca e precisam aproveitar o pretexto para mudar a rotina. Quem está sempre junto, sempre passeando, curtindo a vida e aproveitando juntos, não entra nessa pilha. :P
Bjs

&lt;em&gt;Bingo!&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje um amigo aqui do trabalho resumiu, com aquela objetividade bem masculina: esse desespero para sair no dia dos namorados, para fazer alguma coisa &#8220;especial&#8221;, pega mais para aquelas pessoas que não saem nunca e precisam aproveitar o pretexto para mudar a rotina. Quem está sempre junto, sempre passeando, curtindo a vida e aproveitando juntos, não entra nessa pilha. <img src='http://www.urbanamente.net/blog/mngt/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /><br />
Bjs</p>
<p><em>Bingo!</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudia Marcanth</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/06/09/a-materializacao-do-amor/comment-page-1/#comment-312</link>
		<dc:creator>Cláudia Marcanth</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 11:25:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.urbanamente.net/blog/?p=270#comment-312</guid>
		<description>Podem me chamar de scrooge, eu não ligo, mas eu já não suporto mais aquele negócio de ter que aguentar papai noel de outubro até o Natal; trilha sonora de samba-enredo de dezembro até o carnaval; ovos de chocolate despencando em cima das nossas cabeças de fevereiro até a Páscoa; propagandas de mamães pedindo celulares da Páscoa até o segundo domingo de maio; poluição visual de corações de todos os tamanhos e cores de maio até o dia dos namorados; de barraquinhas e bandeirinhas juninas de junho até julho; de fotos de papais provedores e participantes de junho até o dia dos pais; de anúncios de crianças bem alimentadas e mimadas pedindo mais brinquedos de agosto até o dia das crianças; e depois tudo de novo...

E, nessa ciranda massacrante, eu até esqueci dos professores. E ainda querem enfiar avó, secretária, médico e mais uma miríade de profissões nessa roda infernal? Deus me livre! 

Como bem diz a Fal: &quot;Chamem a Nave-mãe, por favor!!!!!&quot;

&lt;em&gt;Hahahaha, somos duas!&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Podem me chamar de scrooge, eu não ligo, mas eu já não suporto mais aquele negócio de ter que aguentar papai noel de outubro até o Natal; trilha sonora de samba-enredo de dezembro até o carnaval; ovos de chocolate despencando em cima das nossas cabeças de fevereiro até a Páscoa; propagandas de mamães pedindo celulares da Páscoa até o segundo domingo de maio; poluição visual de corações de todos os tamanhos e cores de maio até o dia dos namorados; de barraquinhas e bandeirinhas juninas de junho até julho; de fotos de papais provedores e participantes de junho até o dia dos pais; de anúncios de crianças bem alimentadas e mimadas pedindo mais brinquedos de agosto até o dia das crianças; e depois tudo de novo&#8230;</p>
<p>E, nessa ciranda massacrante, eu até esqueci dos professores. E ainda querem enfiar avó, secretária, médico e mais uma miríade de profissões nessa roda infernal? Deus me livre! </p>
<p>Como bem diz a Fal: &#8220;Chamem a Nave-mãe, por favor!!!!!&#8221;</p>
<p><em>Hahahaha, somos duas!</em></p>
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	<item>
		<title>Por: Monix</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/06/09/a-materializacao-do-amor/comment-page-1/#comment-307</link>
		<dc:creator>Monix</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:33:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.urbanamente.net/blog/?p=270#comment-307</guid>
		<description>Bom, concordar é fácil, então nem vou me estender muito sobre a pressão que se faz para que a gente compre, se produza, esteja com lingerie nova, maquiada, depilada etc etc e ainda com um presente comprado - que não pode ser insignificante, nada de &quot;lembrancinha&quot; no dia dos namorados.
Mas indo um pouco na linha da Lili, acho que em vez de escolher o caminho difícil (e pouco desafiador) de se recusar a entrar no &quot;jogo do mercado&quot;, podemos usar a criatividade e aproveitar esses momentos para, sim, de certa forma expressar nossos afetos com data marcada; mas, num mundo em que a gente vive correndo contra o tempo, talvez a ideia de uma pausa obrigatória para isso não seja, em si, totalmente ruim.
Meu namorado detesta fila e só de pensar em sair para jantar no dia 12 já começa a ficar meio nervoso. Para evitar esse problema, em geral eu preparo um jantar bacana em casa, o que é uma boa oportunidade inclusive para cozinhar para ele, que é uma coisa que eu gosto de fazer. Fazemos as coisas com calma, aproveitamos o momento com muito mais alegria e não precisamos entrar na roda-viva das disputadíssimas reservas e filas de espera.
É a mesma coisa no dia das mães. Antigamente as pessoas almoçavam em casa, caprichavam no almoço de domingo e tal. Agora, é claro que nenhuma mãe vai querer ir pro fogão &quot;justo no seu dia&quot;, e o resultado é que os restaurantes ficam insuportáveis. A gente tem feito um brunch na casa da minha mãe, que é uma coisa fácil, não exige preparação prévia, é só comprar uns frios, umas folhas para a salada verde, e às vezes até usamos pratos descartáveis pra não ficar nem louça na pia. A mãe, os filhos e os netos curtem, é uma reunião de família sem estresse.
É claro que essas datas sempre motivam a compra de um presente. Mas, como a Lili observou bem, comprar um presente também é uma forma de agradar quem a gente gosta. E o presente, assim como a vírgula (ou a crase?), não foi feito para humilhar ninguém... O importante, eu acho, é o prazer de escolher uma coisa bacana, que tenha a cara daquela pessoa, que conte um pouco da história dos dois, ou que mostre que você prestou atenção quando ele disse que estava pensando em comprar aquele livro/CD/filme... Enfim, é um gesto de delicadeza, e não mais um item para nossa lista de tarefas. E se endividar para comprar presente realmente é uma loucura, uma coisa que eu nunca entendi, e acho que no fundo carrega um tal narcisismo (&quot;vou mostrar o quanto sou poderosa, olha o presentão que eu dei&quot;) que perde completamente o sentido original da coisa.
No mais, tenha um feliz dia dos namorados - acho que o maior presente é ter um espírito &quot;namorador&quot; depois de, sei lá, 16 anos? 18? Enfim, curtam bastante, vocês merecem.
Bjs

&lt;em&gt;18 anos, bom, né? É isso mesmo, eu já escrevi mais um pouco na resposta pra Lili. Claro que ninguém tá dizendo pra fazer birra com a data e se recusar a comprar presente. É só uma questão de colocar as coisas na sua perspectiva correta. O presente, o brunch (excelente idéia), o jantar em casa, são ótimos, quando eles complementam um amor que vai além da obrigação da data. Como eu mesma disse, eu visito minha mãe e comprei presente pro marido (bobaginha, mas é dessas coisas que dizem da atenção que a gente presta no detalhe do cotidiano). Eu valorizo, sim, as paradas no dia-a-dia frenético, e usar uma data pra isso é um recurso muito válido. O que eu quis pontuar, e que eu sei que vocês entenderam, é que devemos cuidar pra não resvalar no piloto automático, e não deixar o presente material tomar conta e substituir a atenção, o tempo, o carinho que não se compra na esquina. E que eu me esforço pra não deixar a publicidade ditar a forma/intensidade/momento em que eu demonstro os meus sentimentos, pelo menos não sem pensar criticamente a respeito. Feliz Dia dos Namorados pra vocês também!&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, concordar é fácil, então nem vou me estender muito sobre a pressão que se faz para que a gente compre, se produza, esteja com lingerie nova, maquiada, depilada etc etc e ainda com um presente comprado &#8211; que não pode ser insignificante, nada de &#8220;lembrancinha&#8221; no dia dos namorados.<br />
Mas indo um pouco na linha da Lili, acho que em vez de escolher o caminho difícil (e pouco desafiador) de se recusar a entrar no &#8220;jogo do mercado&#8221;, podemos usar a criatividade e aproveitar esses momentos para, sim, de certa forma expressar nossos afetos com data marcada; mas, num mundo em que a gente vive correndo contra o tempo, talvez a ideia de uma pausa obrigatória para isso não seja, em si, totalmente ruim.<br />
Meu namorado detesta fila e só de pensar em sair para jantar no dia 12 já começa a ficar meio nervoso. Para evitar esse problema, em geral eu preparo um jantar bacana em casa, o que é uma boa oportunidade inclusive para cozinhar para ele, que é uma coisa que eu gosto de fazer. Fazemos as coisas com calma, aproveitamos o momento com muito mais alegria e não precisamos entrar na roda-viva das disputadíssimas reservas e filas de espera.<br />
É a mesma coisa no dia das mães. Antigamente as pessoas almoçavam em casa, caprichavam no almoço de domingo e tal. Agora, é claro que nenhuma mãe vai querer ir pro fogão &#8220;justo no seu dia&#8221;, e o resultado é que os restaurantes ficam insuportáveis. A gente tem feito um brunch na casa da minha mãe, que é uma coisa fácil, não exige preparação prévia, é só comprar uns frios, umas folhas para a salada verde, e às vezes até usamos pratos descartáveis pra não ficar nem louça na pia. A mãe, os filhos e os netos curtem, é uma reunião de família sem estresse.<br />
É claro que essas datas sempre motivam a compra de um presente. Mas, como a Lili observou bem, comprar um presente também é uma forma de agradar quem a gente gosta. E o presente, assim como a vírgula (ou a crase?), não foi feito para humilhar ninguém&#8230; O importante, eu acho, é o prazer de escolher uma coisa bacana, que tenha a cara daquela pessoa, que conte um pouco da história dos dois, ou que mostre que você prestou atenção quando ele disse que estava pensando em comprar aquele livro/CD/filme&#8230; Enfim, é um gesto de delicadeza, e não mais um item para nossa lista de tarefas. E se endividar para comprar presente realmente é uma loucura, uma coisa que eu nunca entendi, e acho que no fundo carrega um tal narcisismo (&#8220;vou mostrar o quanto sou poderosa, olha o presentão que eu dei&#8221;) que perde completamente o sentido original da coisa.<br />
No mais, tenha um feliz dia dos namorados &#8211; acho que o maior presente é ter um espírito &#8220;namorador&#8221; depois de, sei lá, 16 anos? 18? Enfim, curtam bastante, vocês merecem.<br />
Bjs</p>
<p><em>18 anos, bom, né? É isso mesmo, eu já escrevi mais um pouco na resposta pra Lili. Claro que ninguém tá dizendo pra fazer birra com a data e se recusar a comprar presente. É só uma questão de colocar as coisas na sua perspectiva correta. O presente, o brunch (excelente idéia), o jantar em casa, são ótimos, quando eles complementam um amor que vai além da obrigação da data. Como eu mesma disse, eu visito minha mãe e comprei presente pro marido (bobaginha, mas é dessas coisas que dizem da atenção que a gente presta no detalhe do cotidiano). Eu valorizo, sim, as paradas no dia-a-dia frenético, e usar uma data pra isso é um recurso muito válido. O que eu quis pontuar, e que eu sei que vocês entenderam, é que devemos cuidar pra não resvalar no piloto automático, e não deixar o presente material tomar conta e substituir a atenção, o tempo, o carinho que não se compra na esquina. E que eu me esforço pra não deixar a publicidade ditar a forma/intensidade/momento em que eu demonstro os meus sentimentos, pelo menos não sem pensar criticamente a respeito. Feliz Dia dos Namorados pra vocês também!</em></p>
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	<item>
		<title>Por: Lili</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/06/09/a-materializacao-do-amor/comment-page-1/#comment-305</link>
		<dc:creator>Lili</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 17:43:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.urbanamente.net/blog/?p=270#comment-305</guid>
		<description>Olá Ana!

Olha eu concordo com você. Mas tem partes desse discurso (justo) &quot;anticalendáriopublicitário&quot; que me incomodam bastantinho. 
Aquele incômodo sobre o qual dificilmente reflito (até pela importância da reflexão no caso, hehe) mas vejamos, é algo mais ou menos assim:
Penso que essa fala da não comercialização de datas  é bastante usado para encobrir uma espécie de &quot;preguiça&quot; ou acomodação, sei lá.
Ou seja, só vale o discurso (do não às datas festivas) se nos outros dias você, voluntariamente e a despeito de nada, enche sua mãe de mimos e carinhos. Se lembra, fora do aniversário, daquele amigo querido e liga pra ele pra mencionar (ou demosntrar, vá lá) que ele é muito importante e tal. 

Então, se costumamos mesmo fazer sua parte no relacionamento. Se cuidamos bem das nossas relações.
Se lembramos de vez em quando passando numa confeitaria, floricultura ou numa vitrine de Shopping do nosso &quot;ser amado&quot; (Presentinho sim, porque presentinho também implica em algum desapego monetário, em favor da vontade de ver aquele rosto iluminado, porque afinal de presente todo mundo gosta), aí dia dos namorados  é mesmo desnecessário.

Do contrário essas datas acabam cumprindo (talvez infelizmente) um papel de manter digamos, &quot;o mínimo&quot; nas relações de afeto nessa nossa sociedade onde ninguém pára pra nada.

Bom mesmo é tentar fugir dessa corrida maluca. Buscar na criatividade e no sentimento que você tem por aquela pessoa, alternativas de comemorações e presentinhos menos óbvios e deprimentes que, por exemplo, aquelas filas imensas em restaurantes carésimos (se é que alguém chama isso de presente).
Bjão e boa semana.

PS.: nunca venho e quando venho sempre estrapolo no espaço, desculpe.

PS1.: Tu viu, né? Não comentei uma linha sobre o jogo da Copa do Brasil. Eu sou uma lady, hehehe.

&lt;em&gt;Liliiiiii! Você nunca extrapola, só acrescenta. Eu concordo 100% contigo. Só não quis me alongar demais no post porque eu tinha certeza que vcs iam complementar lindamente. É isso aí. Só o discurso &quot;não ligo pra essas datas&quot; é tão vazio quanto se escravizar por elas. Na verdade, o que conta, é o afeto, o vínculo amoroso, em todas as suas manifestações. E você tá certíssima, essas datas cumprem mesmo muitas vezes com esse papel de garantir &quot;o mínimo&quot;. 
Copa do Brasil? Do que é que você está falando? Não sei nem o que é isso, hahahaha!&lt;/em&gt; ;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Ana!</p>
<p>Olha eu concordo com você. Mas tem partes desse discurso (justo) &#8220;anticalendáriopublicitário&#8221; que me incomodam bastantinho.<br />
Aquele incômodo sobre o qual dificilmente reflito (até pela importância da reflexão no caso, hehe) mas vejamos, é algo mais ou menos assim:<br />
Penso que essa fala da não comercialização de datas  é bastante usado para encobrir uma espécie de &#8220;preguiça&#8221; ou acomodação, sei lá.<br />
Ou seja, só vale o discurso (do não às datas festivas) se nos outros dias você, voluntariamente e a despeito de nada, enche sua mãe de mimos e carinhos. Se lembra, fora do aniversário, daquele amigo querido e liga pra ele pra mencionar (ou demosntrar, vá lá) que ele é muito importante e tal. </p>
<p>Então, se costumamos mesmo fazer sua parte no relacionamento. Se cuidamos bem das nossas relações.<br />
Se lembramos de vez em quando passando numa confeitaria, floricultura ou numa vitrine de Shopping do nosso &#8220;ser amado&#8221; (Presentinho sim, porque presentinho também implica em algum desapego monetário, em favor da vontade de ver aquele rosto iluminado, porque afinal de presente todo mundo gosta), aí dia dos namorados  é mesmo desnecessário.</p>
<p>Do contrário essas datas acabam cumprindo (talvez infelizmente) um papel de manter digamos, &#8220;o mínimo&#8221; nas relações de afeto nessa nossa sociedade onde ninguém pára pra nada.</p>
<p>Bom mesmo é tentar fugir dessa corrida maluca. Buscar na criatividade e no sentimento que você tem por aquela pessoa, alternativas de comemorações e presentinhos menos óbvios e deprimentes que, por exemplo, aquelas filas imensas em restaurantes carésimos (se é que alguém chama isso de presente).<br />
Bjão e boa semana.</p>
<p>PS.: nunca venho e quando venho sempre estrapolo no espaço, desculpe.</p>
<p>PS1.: Tu viu, né? Não comentei uma linha sobre o jogo da Copa do Brasil. Eu sou uma lady, hehehe.</p>
<p><em>Liliiiiii! Você nunca extrapola, só acrescenta. Eu concordo 100% contigo. Só não quis me alongar demais no post porque eu tinha certeza que vcs iam complementar lindamente. É isso aí. Só o discurso &#8220;não ligo pra essas datas&#8221; é tão vazio quanto se escravizar por elas. Na verdade, o que conta, é o afeto, o vínculo amoroso, em todas as suas manifestações. E você tá certíssima, essas datas cumprem mesmo muitas vezes com esse papel de garantir &#8220;o mínimo&#8221;.<br />
Copa do Brasil? Do que é que você está falando? Não sei nem o que é isso, hahahaha!</em> <img src='http://www.urbanamente.net/blog/mngt/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Melina</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/06/09/a-materializacao-do-amor/comment-page-1/#comment-304</link>
		<dc:creator>Melina</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 17:17:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.urbanamente.net/blog/?p=270#comment-304</guid>
		<description>Falou e disse!
Beijos

&lt;em&gt;Beijos, querida.&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falou e disse!<br />
Beijos</p>
<p><em>Beijos, querida.</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
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