E não é “pro meu aconchego”, como diria aquela música da Elba Ramalho (essa foi do fundo do baú, hein?).
Viajar é bom, mas a gente chega no ritmo idílico de quem ainda está processando tantas informações, tantos registros visuais, experiências, sem falar em fuso horário, cansaço de não dormir direito na viagem de noite inteira [...]

