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	<title>Comentários sobre: Um prédio autista e a cidade</title>
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	<description>eu na cidade, a cidade em mim</description>
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		<title>Por: Suzi</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/11/14/um-predio-autista-e-a-cidade/comment-page-1/#comment-1550</link>
		<dc:creator>Suzi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:09:51 +0000</pubDate>
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		<description>Aninha!
Convivência, divisão de espaço, harmonização e bem viver. Coisas cada vez mais difíceis no dia a dia. Nós dividimos, setorizamos, rotulamos e definimos cada parte da nossa vida desde o jardim de infância. Rumo a um Blade Runner pós moderno.
beijos!!

&lt;em&gt;Eu tou numa saudade de você, de bater papo contigo e tomar café no seu jardim que nem dá pra descrever!&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aninha!<br />
Convivência, divisão de espaço, harmonização e bem viver. Coisas cada vez mais difíceis no dia a dia. Nós dividimos, setorizamos, rotulamos e definimos cada parte da nossa vida desde o jardim de infância. Rumo a um Blade Runner pós moderno.<br />
beijos!!</p>
<p><em>Eu tou numa saudade de você, de bater papo contigo e tomar café no seu jardim que nem dá pra descrever!</em></p>
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		<title>Por: Cláudio Luiz</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/11/14/um-predio-autista-e-a-cidade/comment-page-1/#comment-1547</link>
		<dc:creator>Cláudio Luiz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 19:53:14 +0000</pubDate>
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		<description>Implantação? Entorno? Critério?
Por conta de um trabalho tenho que passar semanalmente em frente a este... deixa pra lá.

&lt;em&gt;É feia a coisa, Clau.&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Implantação? Entorno? Critério?<br />
Por conta de um trabalho tenho que passar semanalmente em frente a este&#8230; deixa pra lá.</p>
<p><em>É feia a coisa, Clau.</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Antonieta</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/11/14/um-predio-autista-e-a-cidade/comment-page-1/#comment-1545</link>
		<dc:creator>Antonieta</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:37:11 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, estou cursando o 4º periodo de arquitetura e o ultimo comentário me fez voltar a refletir sobre o conteúdo cheio de teorias que estudamos na faculdade. Estava conversando com um colega meu sobre o estágio que ele estava fazendo. Ele disse que não usufrui de nada que aprende na faculdade. Tudo bem.. acontece. Mas vendo um projeto aprovado como o da Cidade da Música eu noto que meus estudos e conceitos que aprendo estão sendo desrespeitados, assim como desrespeita varias outras obras da epoca em que arquitetura era arquitetura. A Cidade da Música não me agrada nem nunca me agradou! (apesar disso não influir em nada neh rs) e mais uma vez a arq contemporânea está passando dos limites. Não é o primeiro nem o último projeto que não respeita o entorno.  Junta isso com o lindo governo do estado do Rio neh. Fica difícil. Não quero acreditar que aprovaram isso como mais uma tentativa frustrada de levantar a moral do rio e do Brasil e não quero acreditar que aprovaram o projeto por aprovar soh pra serem gastados milhões.. de reais.
&lt;em&gt;
Oi, Antonieta, tudo bom? A realidade é dura e tantas vezes diferente de nossos sonhos, mas é exatamente nela que devemos atuar. Não desista. Construa uma capacidade crítica de avaliação, estude sempre e realize, a cada vez, o melhor projeto que você puder. Beijo grande pra você. &lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, estou cursando o 4º periodo de arquitetura e o ultimo comentário me fez voltar a refletir sobre o conteúdo cheio de teorias que estudamos na faculdade. Estava conversando com um colega meu sobre o estágio que ele estava fazendo. Ele disse que não usufrui de nada que aprende na faculdade. Tudo bem.. acontece. Mas vendo um projeto aprovado como o da Cidade da Música eu noto que meus estudos e conceitos que aprendo estão sendo desrespeitados, assim como desrespeita varias outras obras da epoca em que arquitetura era arquitetura. A Cidade da Música não me agrada nem nunca me agradou! (apesar disso não influir em nada neh rs) e mais uma vez a arq contemporânea está passando dos limites. Não é o primeiro nem o último projeto que não respeita o entorno.  Junta isso com o lindo governo do estado do Rio neh. Fica difícil. Não quero acreditar que aprovaram isso como mais uma tentativa frustrada de levantar a moral do rio e do Brasil e não quero acreditar que aprovaram o projeto por aprovar soh pra serem gastados milhões.. de reais.<br />
<em><br />
Oi, Antonieta, tudo bom? A realidade é dura e tantas vezes diferente de nossos sonhos, mas é exatamente nela que devemos atuar. Não desista. Construa uma capacidade crítica de avaliação, estude sempre e realize, a cada vez, o melhor projeto que você puder. Beijo grande pra você. </em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Claudio Guerra</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/11/14/um-predio-autista-e-a-cidade/comment-page-1/#comment-1544</link>
		<dc:creator>Claudio Guerra</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:39:39 +0000</pubDate>
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		<description>Você registrou bem o incômodo que me causa o isolamento da Barra e áreas congêneres da cidade.

Bem como a revolta que me dá a elitização da cultura.


Agora, lanço uma questão: será que é por causa de uma vontade de isolamento (por parte dos próprios moradores dos prédios autistas) que resiste a precariedade de transportes públicos para aquela área ??

&lt;em&gt;Boa pergunta, Cláudio. Não acho que essa &quot;vontade de isolamento&quot; deva ser considerada como algo dado, ela é construída também, estimulada, instigada. Mas a gente deve falar mais sobre transporte público por aqui. é um tema fundamental. &lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você registrou bem o incômodo que me causa o isolamento da Barra e áreas congêneres da cidade.</p>
<p>Bem como a revolta que me dá a elitização da cultura.</p>
<p>Agora, lanço uma questão: será que é por causa de uma vontade de isolamento (por parte dos próprios moradores dos prédios autistas) que resiste a precariedade de transportes públicos para aquela área ??</p>
<p><em>Boa pergunta, Cláudio. Não acho que essa &#8220;vontade de isolamento&#8221; deva ser considerada como algo dado, ela é construída também, estimulada, instigada. Mas a gente deve falar mais sobre transporte público por aqui. é um tema fundamental. </em></p>
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	<item>
		<title>Por: Cláudia Oliveira</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/11/14/um-predio-autista-e-a-cidade/comment-page-1/#comment-1542</link>
		<dc:creator>Cláudia Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 16:26:48 +0000</pubDate>
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		<description>Crítica totalmente pertinente! Não conheço o projeto do CP mas sua análise sobre a inserção urbana e os reais benefícios que esta localização irão trazer à cidade são justificáveis! Boa colocação dos fatos!

&lt;em&gt;Valeu, Cláudia, obrigada pela sua visita, volte sempre!&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Crítica totalmente pertinente! Não conheço o projeto do CP mas sua análise sobre a inserção urbana e os reais benefícios que esta localização irão trazer à cidade são justificáveis! Boa colocação dos fatos!</p>
<p><em>Valeu, Cláudia, obrigada pela sua visita, volte sempre!</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: BLogPortobello</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/11/14/um-predio-autista-e-a-cidade/comment-page-1/#comment-1541</link>
		<dc:creator>BLogPortobello</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:10:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.urbanamente.net/blog/?p=578#comment-1541</guid>
		<description>Oi Ana. O que mais gostamos em seu blog é que você sempre divide sua opinião, não se limita em mostrar, você guia.  
Voltamos sempre. Parabéns pelo texto. Não deixe de conferir em nosso blog, uma dica para refrescar, aumentar a umidade do ar e, ajudar a manter suas plantas hidratadas. Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Ana. O que mais gostamos em seu blog é que você sempre divide sua opinião, não se limita em mostrar, você guia.<br />
Voltamos sempre. Parabéns pelo texto. Não deixe de conferir em nosso blog, uma dica para refrescar, aumentar a umidade do ar e, ajudar a manter suas plantas hidratadas. Abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: BLogPortobello</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/11/14/um-predio-autista-e-a-cidade/comment-page-1/#comment-1540</link>
		<dc:creator>BLogPortobello</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:08:06 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Ana. O que mais gostamos em seu blog é que você sempre divide sua opinião, não se limita em mostrar, você guia.  
Voltamos sempre. Parabéns pelo texto. Abraço!

&lt;em&gt;Obrigada, abraço.&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Ana. O que mais gostamos em seu blog é que você sempre divide sua opinião, não se limita em mostrar, você guia.<br />
Voltamos sempre. Parabéns pelo texto. Abraço!</p>
<p><em>Obrigada, abraço.</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paula Clarice</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/11/14/um-predio-autista-e-a-cidade/comment-page-1/#comment-1539</link>
		<dc:creator>Paula Clarice</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 11:57:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.urbanamente.net/blog/?p=578#comment-1539</guid>
		<description>A primeira coisa que eu pensei ao ler foi na linha do que todo mundo já comentou: como é difícil exercer uma profissão quando se está ligado ao poder público.

Seja arquiteto, seja advogado, seja diretor de escola, professor. E é triste, porque era pra ser o lócus onde o profissional realiza a totalidade de sua profissão, qualquer que seja: ele trabalha pra fazer do mundo um lugar melhor, usando seu conhecimento técnico e com disponibilidade de recursos. TODOS os juramentos de TODAS as formaturas indicam que o objetivo de qualquer profissão é esse: contribuir para uma sociedade mais igualitária e digna. E tem mais, trabalhando para o poder público é que se deveria ter liberdade de acessar recursos suficientes para executar estes projetos (ora, se é para o bem da coletividade e há dinheiro para isso, por que fazer um projeto meia boca? é diferente de fazer uma casa pra uma família que se envidividou na Caixa pra construir né).

Enquando isso, no mundo real, trabalhar para o poder público é trabalhar, em muitos momentos, para a satisfação de interesses particulares, com verba muito aquém daquela que oficialmente se declara que foi destinada e à margem do interesse da coletividade. Fica difícil continuar acreditando na ideia de Estado como ente que nos representa, zela pela segurança da sociedade, etc etc.

&lt;em&gt;Nem me fale em continuar acreditando no Estado, porque tá difícil, viu? Eu já disse que adoro os seus comentários? Ah, já...&lt;/em&gt;
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira coisa que eu pensei ao ler foi na linha do que todo mundo já comentou: como é difícil exercer uma profissão quando se está ligado ao poder público.</p>
<p>Seja arquiteto, seja advogado, seja diretor de escola, professor. E é triste, porque era pra ser o lócus onde o profissional realiza a totalidade de sua profissão, qualquer que seja: ele trabalha pra fazer do mundo um lugar melhor, usando seu conhecimento técnico e com disponibilidade de recursos. TODOS os juramentos de TODAS as formaturas indicam que o objetivo de qualquer profissão é esse: contribuir para uma sociedade mais igualitária e digna. E tem mais, trabalhando para o poder público é que se deveria ter liberdade de acessar recursos suficientes para executar estes projetos (ora, se é para o bem da coletividade e há dinheiro para isso, por que fazer um projeto meia boca? é diferente de fazer uma casa pra uma família que se envidividou na Caixa pra construir né).</p>
<p>Enquando isso, no mundo real, trabalhar para o poder público é trabalhar, em muitos momentos, para a satisfação de interesses particulares, com verba muito aquém daquela que oficialmente se declara que foi destinada e à margem do interesse da coletividade. Fica difícil continuar acreditando na ideia de Estado como ente que nos representa, zela pela segurança da sociedade, etc etc.</p>
<p><em>Nem me fale em continuar acreditando no Estado, porque tá difícil, viu? Eu já disse que adoro os seus comentários? Ah, já&#8230;</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Patrick</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/11/14/um-predio-autista-e-a-cidade/comment-page-1/#comment-1537</link>
		<dc:creator>Patrick</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 19:30:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.urbanamente.net/blog/?p=578#comment-1537</guid>
		<description>Como é que eu expresso que concordo em 110% com o que você está dizendo? (Mesmo sem conhecer o Rio de Janeiro, porque a situação descrita se repete por todo lado, infelizmente).

&lt;em&gt;Pois é, Patrick, infelizmente pra todo lado mesmo. Abração. &lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como é que eu expresso que concordo em 110% com o que você está dizendo? (Mesmo sem conhecer o Rio de Janeiro, porque a situação descrita se repete por todo lado, infelizmente).</p>
<p><em>Pois é, Patrick, infelizmente pra todo lado mesmo. Abração. </em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcele</title>
		<link>http://www.urbanamente.net/blog/2009/11/14/um-predio-autista-e-a-cidade/comment-page-1/#comment-1536</link>
		<dc:creator>Marcele</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 14:16:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.urbanamente.net/blog/?p=578#comment-1536</guid>
		<description>Oi Ana Paula. Tudo bem?
Adorei o texto. Não conheço muito bem o Rio e, principalmente, a Barra, mas você englobou nesse &quot;discurso&quot; o que acontece com muitos prédios que, no papel, serviriam como espaço de domínio privado, mas também está de domínio público. Fora o desvio de dinheiro, é uma pena ver mais um prédio encaminhando para esse fim.
Sobre o comentário do Gutemberg, apesar de estarmos diante disso quase que todos os dias, ainda é importante pensar na arquitetura feita e de qualidade como possível. Que muitos clientes amputam nossas ideias, isso é fato. Mas há aqueles que nos ouvem e, ainda, que aceitam a empreita e deixam-nos mostrar o que consideramos como boa arquitetura. Nesse todo, vamos criando forças para continuar com as nossas ideias.
Ainda no assunto, dou aula em uma faculdade particular, para o primeiro ano. Várias reclamações já apareceram, mas uma coisa é fato: independentemente de ser primeiro ano, deixo claro a eles que projetar não é pegar um papel em branco e sair desenhando. Antes de tudo, é importante conhecer o terreno, o entorno e a orientação solar. E assim vamos o ano inteiro com esse discurso: terreno, entorno e orientação solar. Com um ano quase sendo finalizado, posso dizer que estou satisfeita considerando-se uma turma noturna. Eles, em seus caminhos futuros, poderão até não utilizar o que falei, mas acho que vão lembrar de mim como a professora do &quot;terreno, entorno e orientação solar&quot;.
Beijos

&lt;em&gt;Hahaha, muito bom, Marcele, é isso aí. A gente vai martelando na cabeça dos alunos e quem sabe alguma coisa entra, não é? Chamar a atenção para aspectos como conforto ambiental e sensibilidade com a cidade que está em volta da nova edificação é cada vez mais urgente no ensino e na prática de arquitetura. &lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Ana Paula. Tudo bem?<br />
Adorei o texto. Não conheço muito bem o Rio e, principalmente, a Barra, mas você englobou nesse &#8220;discurso&#8221; o que acontece com muitos prédios que, no papel, serviriam como espaço de domínio privado, mas também está de domínio público. Fora o desvio de dinheiro, é uma pena ver mais um prédio encaminhando para esse fim.<br />
Sobre o comentário do Gutemberg, apesar de estarmos diante disso quase que todos os dias, ainda é importante pensar na arquitetura feita e de qualidade como possível. Que muitos clientes amputam nossas ideias, isso é fato. Mas há aqueles que nos ouvem e, ainda, que aceitam a empreita e deixam-nos mostrar o que consideramos como boa arquitetura. Nesse todo, vamos criando forças para continuar com as nossas ideias.<br />
Ainda no assunto, dou aula em uma faculdade particular, para o primeiro ano. Várias reclamações já apareceram, mas uma coisa é fato: independentemente de ser primeiro ano, deixo claro a eles que projetar não é pegar um papel em branco e sair desenhando. Antes de tudo, é importante conhecer o terreno, o entorno e a orientação solar. E assim vamos o ano inteiro com esse discurso: terreno, entorno e orientação solar. Com um ano quase sendo finalizado, posso dizer que estou satisfeita considerando-se uma turma noturna. Eles, em seus caminhos futuros, poderão até não utilizar o que falei, mas acho que vão lembrar de mim como a professora do &#8220;terreno, entorno e orientação solar&#8221;.<br />
Beijos</p>
<p><em>Hahaha, muito bom, Marcele, é isso aí. A gente vai martelando na cabeça dos alunos e quem sabe alguma coisa entra, não é? Chamar a atenção para aspectos como conforto ambiental e sensibilidade com a cidade que está em volta da nova edificação é cada vez mais urgente no ensino e na prática de arquitetura. </em></p>
]]></content:encoded>
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